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	<title>Revista Brazil com Z</title>
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	<description>Revista Brasileira na Espanha</description>
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		<title>Nº36 BrazilcomZ Agosto</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 12:01:21 +0000</pubDate>
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		<title>Especialistas em segurança saem do Brasil em busca de qualidade de vida</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 17:28:25 +0000</pubDate>
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		<title>Especialistas em segurança saem do Brasil em busca de qualidade de vida</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 17:26:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Realizados profissionalmente, eles querem melhores condições sociais
 
De Altieres Rohr -  G1
Sair do Brasil com o objetivo de conseguir um emprego com retorno maior é comum. Mas não é o que acontece com alguns dos melhores profissionais de segurança no Brasil. Eles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Realizados profissionalmente, eles querem melhores condições sociais</h3>
<p><em> </em></p>
<p><em>De Altieres Rohr -  G1</em></p>
<p>Sair do Brasil com o objetivo de conseguir um emprego com retorno maior é comum. Mas não é o que acontece com alguns dos melhores profissionais de segurança no Brasil. Eles deixam empregos com bons salários em grandes empresas em busca de tranquilidade, projetos mais interessantes e qualidade da vida, sem se importar se o emprego for apenas equivalente – e não melhor – do que aquele que tinham no Brasil. A facilidade de conseguir certificações respeitadas internacionalmente e programas de imigração que beneficiam profissionais qualificados levaram para fora do Brasil vários especialistas em segurança – alguns deles elogiando, aliás, o maior conforto no lugar para onde foram.</p>
<p><strong>CANADÁ: VISTO PARA PROFISSIONAIS QUALIFICADOS</strong></p>
<p>O Canadá possui um programa chamado “skilled worker visa” (visto para trabalhadores qualificados) que permite a entrada de profissionais de áreas que estão necessitadas de mão de obra especializada. Profissionais atentos conseguem ver quando as áreas relacionadas com tecnologia estão valendo no programa para pedir um visto, que leva aproximadamente um ano e meio para sair. Depois de conseguir um emprego no Canadá, três anos de residência dão direito à entrada no pedido da cidadania.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6099" title="23-lucianobarreto-620" src="http://www.revistabcz.com/noticias/wp-content/uploads/2010/08/23-lucianobarreto-6201.jpg" alt="" width="510" height="335" /></p>
<p><em>Luciano Barreto: a vida em São Paulo não era compatível com alguém que queria ter família. (Foto: Yuki Noda/Divulgação)</em></p>
<p>Há ainda outros programas de imigração, alguns deles obrigando a fluência em francês. Mas, além do Canadá, a Austrália e a Inglaterra também têm programas semelhantes, atraindo outros especialistas.</p>
<p>Os profissionais Luciano Barreto e Augusto Paes de Barros são alguns dos brasileiros que se aproveitaram das facilidades de imigração do Canadá para ir morar no país. Ambos residem na cidade de Toronto. Realizados profissionalmente no Brasil, eles foram para o Canadá com entrevistas de emprego marcadas em busca de uma vida mais tranquila e “civilizada”, como explicou Barros. “Tem uma hora que cansa ficar na fila do congestionamento vendo os espertinhos passando pelo acostamento, impunes e achando que estão certos”, explica o especialista.</p>
<p>Mas teve mais uma coisa que fez Barros deixar o Brasil: a insegurança. “Para minha esposa foi o principal motivo”, afirma. “Só depois de mais de um ano [morando fora] você passa a perceber a quantidade de absurdos com o qual nos acostumamos quando vivemos em uma cidade como São Paulo”.</p>
<p>“Para ser bem sucedido no Brasil é necessário praticamente desistir do seu lado pessoal. As oportunidades existem e todos aqueles com capacidade conseguem encontrar seu espaço. Porém, a que preço?”, questiona Barreto. “Eu trabalhava de 12 a 14 horas por dia. Fazia três turnos &#8211; manhã, tarde e noite &#8211; com frequência e praticamente não tinha final de semana”.</p>
<p>Barreto trabalhava em média das 9h da manhã até a meia-noite no Brasil. No Canadá, a situação é diferente. “Trabalho hoje das 9h às 17h. No verão quando o sol se põe às 21h30, tenho bastante tempo para cuidar da família”, conta o especialista, que ano que vem completa três anos morando no Canadá.</p>
<p>Barros observa que os profissionais são contratados para realizar tarefas específicas. “Eu vejo poucas diferenças entre o nível dos profissionais, mas os brasileiros têm um ponto positivo de &#8220;topar qualquer coisa&#8221;, a gente tem o costume de trabalhar com o que é nossa responsabilidade e com todo o resto que precisa ser feito para as coisas acontecerem”. Ele diz que é “frustrante” quando um colega não quer realizar nada além daquilo que está na descrição do seu cargo.</p>
<p>Para Barreto, é devido a essa cultura que a carga horária acaba sendo respeitada. “A questão é que aqui eles definem muito bem as responsabilidades e as empresas têm pessoas para cobrir cada umas das responsabilidades necessárias. No Brasil você vira uma espécie de &#8220;faz tudo&#8221; e é exatamente esse ponto que faz com que a quantidade de trabalho seja exorbitante”.</p>
<p><strong>ESTADOS UNIDOS: IMIGRAÇÃO DIFÍCIL SEM AUXÍLIO CORPORATIVO</strong></p>
<p>Migrar para os Estados Unidos não é fácil, como bem sabem os especialistas Renato Lima e Carlos Krause. Residir no país é desejo de muita gente e, como resultado, as leis de imigração no país são rígidas.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6100" title="23-augustopaes-300" src="http://www.revistabcz.com/noticias/wp-content/uploads/2010/08/23-augustopaes-300.jpg" alt="" width="510" height="335" /></p>
<p><em>Para Augusto Paes de Barro e sua esposa, a insegurança foi um dos principais motivos para sair do Brasil. (Foto: Arquivo Pessoal)</em></p>
<p>Os dois conseguiram se mudar graças ao patrocínio da empresa brasileira para a qual trabalhavam. É o chamado visto tipo L1, que permite a empresas levarem trabalhados considerados “insubstituíveis” para trabalhar nos EUA. Mas não basta a palavra da empresa: o candidato precisa provar que é necessário lá. Lima exemplifica o problema com uma pergunta: “Por que estão contratando você e não um americano?”</p>
<p>Lima conseguiu obter a residência permanente no país. Krause ainda está trabalhando para a empresa brasileira e, antes de conseguir a residência permanente, não pode ir em busca de outras oportunidades, porque o visto está atrelado a ela. Profissionais que buscam ir aos EUA desse modo precisam entender que, primeiro, terão de continuar trabalhando para a empresa que os levou antes de buscar algo novo – se for isso o desejado, claro.</p>
<p>Para Krause, há muitos pontos positivos de se estar morando nos Estados Unidos. “Desenvolvimento pessoal, melhor qualidade de vida”, aponta. “Você tem o acesso a conferências, materiais, pessoas, contatos. E do ponto de vista pessoal, acesso à cultura, bens, segurança e educação”, detalha.</p>
<p><strong>QUALIFICAÇÃO E ATIVIDADES EXTRAS CONTAM</strong></p>
<p>Para conseguir chegar ao mercado norte-americano, Lima teve que provar seu valor. “As credenciais em segurança da informação me ajudaram bastante. Tive que imprimir grande parte das mesmas para a minha entrevista de visto de trabalho no consulado &#8211; de alguma forma você tem que provar sua qualificação”, conta.</p>
<p>Barros conseguiu um emprego no Canadá apenas três semanas após chegar. Ele conta que a certificação CISSP – respeitada internacionalmente e cujo teste pode ser realizado aqui no Brasil – vale muito por lá. Ele diz que o certificado é praticamente obrigatório para algumas vagas. Suas atividades fora do trabalho – com blogs, publicações e participações em conferências, abriram oportunidades no mercado canadense.</p>
<p>A qualificação supera o fato de o profissional ser estrangeiro. “Eles consideraram minha experiência profissional para me oferecer um salário. O fato de ser estrangeiro não impactou nesse aspecto”, diz Luciano Barreto.</p>
<p><strong>A MAIOR DESVANTAGEM É A SAUDADE</strong></p>
<p>“É preciso estar pronto para viver sozinho”, segundo Krause; para Lima, a saudade da família é o principal fator a ser considerado.</p>
<p>“Pense um sábado à noite, você em casa, sozinho, não conhece ninguém, não tem carro ainda, não domina 100% o idioma, nevando lá fora e você não pode sair, porque não sabe bem aonde ir, o que fazer, não tem com quem ir e a pé não é simples”, ilustra o especialista. Encontrar amigos também pode ser um pouco complicado devido às diferenças culturais. “As pessoas aqui na região de Nova Iorque são mais isoladas, não é fácil fazer amizades. Ninguém te convida para ir a casa deles e não vão à sua, mesmo sendo convidados”.</p>
<p>As leis trabalhistas no Brasil favorecem muito o trabalhador, o que não é tão comum lá fora. FGTS, 13º salário e férias pagas não são direitos garantidos. Os salários, segundo disseram os profissionais, são equivalentes. O poder de compra é que aumenta devido aos juros e impostos mais baixos.</p>
<p>Nenhum dos entrevistados pretende voltar ao Brasil – eles citam a segurança, a educação – inclusive classes específicas para inglês como segundo idioma – como principais motivos. “Ainda tem o lado do respeito pelo coletivo, sem a malandragem geral, jeitinho e corrupção excessiva, que faz com que a gente não se sinta besta de fazer as coisas de acordo com as regras. Isso para mim não tem preço”, conta Barros.</p>
<p><strong>BRASILEIRO É FLEXÍVEL E OPORTUNIDADES EXISTEM</strong></p>
<p>Adriano Dias saiu do Brasil para morar na Austrália em 2005. Viu a tendência de profissionais de segurança se deslocando ao redor do mundo e criou o portal <a href="http://www.myinfosecjob.com/" target="_blank">My Infosec Job</a> para listar ofertas de emprego em vários locais do mundo, falar de carreira e gerência. A audiência do site excedeu as expectativas do especialista.</p>
<p>Trabalhar fora é uma experiência importante, de acordo com Dias. “Não há a necessidade de se matar de trabalhar para ser reconhecido, ou de que tudo tem que ser feito para ontem. Se as empresas fossem capazes de se organizar um pouco mais, iríamos melhorar a qualidade de vida e, por consequência, a produtividade desses profissionais”.</p>
<p>De acordo com ele, as empresas no Brasil são menos organizadas do que no exterior e o brasileiro não tem experiência em “ambientes altamente organizados”. Esse é um desafio no início. Mas, para Dias, o principal problema de quem quer ir para fora do Brasil é o inglês. “Alguns colegas brasileiros me escrevem perguntando qual certificado devem tirar pra arrumar emprego no exterior. A minha resposta mais frequente é: TOEFL (Test of English as a Foreign Language)”, afirma.</p>
<p>O TOEFL é respeitado internacionalmente como um sinal de que o candidato tem fluência em inglês.</p>
<p>Fora o impasse do idioma, o brasileiro costuma se sair bem. Dias reforça a situação explicada por Barros: muitos profissionais se recusam a realizar tarefas que não estejam diretamente ligadas ao seu cargo – situação com a qual o trabalhador brasileiro é bem mais flexível. Outro detalhe é a experiência: no Brasil, se começa a trabalhar mais cedo e, com isso, adquirem mais experiência cedo.</p>
<p>Tudo isso soma para um cenário favorável aos especialistas em segurança no Brasil: a possibilidade de obter certificações válidas internacionalmente, a flexibilidade e as chances de obter condições de vida melhores sem sacrifícios profissionais e – ao mesmo tempo, &#8211; ficando mais próximo dos projetos mais interessantes da área.</p>
<p>“Como nosso mercado é extremamente competitivo, temos que garantir que o trabalho seja de qualidade, e ainda carregar um sorriso no rosto. Isto só o brasileiro tem”, afirma Dias. Para quem quer tentar a sorte fora do Brasil, o especialista dá três recomendações: inglês afiado, planejamento e coragem.</p>
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		<title>LAN e TAM formam maior aérea da América do Sul</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 16:59:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasileira e chilena anunciaram acordo de fusão Especialista estima valor do negócio em US$ 3,7 bilhões.

Do G1
A fusão entre a empresas brasileira e chilena no dia 13 deste mês de agosto, deverá criar a maior companhia aérea da América do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Brasileira e chilena anunciaram acordo de fusão Especialista estima valor do negócio em US$ 3,7 bilhões.</em></strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6086" title="21" src="http://www.revistabcz.com/noticias/wp-content/uploads/2010/08/211.jpg" alt="" width="510" height="335" /></p>
<p><em>Do G1</em></p>
<p>A fusão entre a empresas brasileira e chilena no dia 13 deste mês de agosto, deverá criar a maior companhia aérea da América do Sul, segundo estimativa divulgada pelas duas empresas.</p>
<p>&#8220;LATAM (companhia resultante da fusão) será um campeão latinoamericano&#8221;, afirmou o presidente da TAM, Libano Barroso.</p>
<p>A conclusão do negócio depende da aprovação da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e dos órgãos brasileiros de defesa da concorrência, segundo comunicado da TAM.</p>
<p>Em apresentação divulgada no recém-criado site da LATAM, a nova empresa projeta capacidade de 46 milhões de assentos, o que faria da nova companhia a maior da América Latina. Nessa comparação, a empresa seria seguida pela AVIANCA, na segunda posição, e pela brasileira Gol.</p>
<p>O especialista em reestruturações e diretor da consultoria Naxentia, Vincent Baron, diz que a aérea que resultará da fusão será a maior da América do Sul tanto em número de frota, destinos ofertados e volume de passageiros atendidos. &#8220;Será a maior empresa aérea da América do Sul&#8221;, afirmou o especialista<strong>.</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6089" title="620x300-grafico-latam" src="http://www.revistabcz.com/noticias/wp-content/uploads/2010/08/620x300-grafico-latam2.jpg" alt="" width="510" height="297" /></p>
<p><em>Capacidade das aéreas no mundo. (Foto: Editoria de Arte/G1)</em></p>
<p>Na lista das maiores empresas do mundo em valor de receita, a nova empresa deve ocupar a 15ª posição, com receita somada de quase US$ 9 bilhões.</p>
<p>De acordo com cálculo feito pelo especialista Vincent Baron, o valor total da transação entre as duas companhias é de US$ 3,7 bilhões em troca de ações.</p>
<p>Ainda conforme os dados divulgados pela companhia com base em números de 2009, a companhia terá 46 milhões de passageiros, ocupando a 11ª posição entre as companhias aéreas do mundo nessa comparação.</p>
<p>&#8220;A TAM é a maior da região e a LAN mantém-se como a mais bem administrada e inovadora por aqui. Combinadas, as duas podem oferecer uma maior presença juntas. A TAM possui uma boa posição de caixa e de market share dentro do Brasil&#8217;, disse o analista do setor de transportes da Planner Corretora, Brian Moretti.</p>
<p><strong>Consumidor e acionistas</strong></p>
<p>Para Baron, o negócio deve resultar em aumento na diversidade de rotas para o consumidor brasileiro, o que será positivo. Além disso, para os acionistas da TAM também há benefícios: a nova companhia será a primeira no mercado latino, que lidera o crescimento do setor aéreo global.</p>
<p>Atualmente, LAN Airlines e suas filiais lideram os mercados domésticos de Chile e Peru, além de possuir importante presença nas rotas nacionais da Argentina, o que se soma a um ano de operação no Equador.</p>
<p>&#8220;Se você colocar o total de lucro das empresas aéreas do mundo nos últimos anos, o único mercado que teve ganhos positivos dois anos subsequentes foram as companhias aéreas da América Latina. Na América do Norte e na Europa houve um ano de perda e uma recuperação recente. Porém, o mercado que mais cresce é o da América do Sul&#8221;, diz o especialista.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6090" title="620x300-tam-lan-empresas" src="http://www.revistabcz.com/noticias/wp-content/uploads/2010/08/620x300-tam-lan-empresas.jpg" alt="" width="510" height="273" /></p>
<p><em>TAM e LAN (Foto: Editoria de Arte/G1)</em></p>
<p>Na opinião de Baron, foi o desejo de crescer internacionalmente que motivou a TAM a buscar a fusão com a chilena. &#8220;A TAM hoje é a empresa no Brasil que tem maior número de destinos internacionais e o mercado interno é muito competitivo. Para se consolidar internacionalmente é uma coisa que demora muito, as linhas que saem do Brasil já estão abertas, então tem que buscar parcerias com empresas internacionais para ter rotas complementares&#8221;, afirmou.</p>
<p>As duas empresas, de acordo com o especialista, terão um impasse a resolver: optar pela Star Alliance, aliança de companhias aéreas da qual a TAM faz parte, e a One World, da qual fazem parte a LAN e mais 11 companhias, entre elas a American Airlines, a British Airways, a espanhola Iberia, a Japan Airlines e a australiana Qantas. &#8220;Provavelmente uma das duas vai sair da aliança dela. É uma coisa complexa, porque o grande negócio dessas alianças é ver quais são as sinergias entre as rotas que a empresa já tem e as que se complementam com as rotas da aliança. Então, provavelmente, vai ter uma revisão para ver em qual das duas elas vão ficar&#8221;, disse Baron.</p>
<p>Outro ponto que pode ser obstáculo à conclusão da operação é a lei que limita em 20% a  presença de capital estrangeiro em empresas aéreas brasileiras. “Eu acho que, certamente, vamos ter algum problema de aprovação regulatória com as leis brasileiras e chilenas em uma operação como esta pela questão de controle estrangeiro. Eu acho que tem o risco em relação à execução da fusão”, diz Brian Moretti, da Planner.</p>
<p><em>( Efe)</em></p>
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		<title>Pesquisa e livro indagam: Somos uma nação de idiotas?</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 16:48:08 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[
&#8220;Política &#8211; Para não ser idiota&#8221;, de Mário Sérgio Cortella e Renato Janine Ribeiro
Para designar a pessoa que não se dispunha a participar ativamente da política, os gregos usavam a expressão &#8220;idiótes&#8221;. Daí veio idiota. Esse é o mote do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-6083" title="Politica_-_" src="http://www.revistabcz.com/noticias/wp-content/uploads/2010/08/Politica_-_.jpg" alt="" width="510" height="335" /></p>
<p><em>&#8220;Política &#8211; Para não ser idiota&#8221;, de Mário Sérgio Cortella e Renato Janine Ribeiro</em></p>
<p>Para designar a pessoa que não se dispunha a participar ativamente da política, os gregos usavam a expressão &#8220;idiótes&#8221;. Daí veio idiota. Esse é o mote do livro &#8220;Política &#8211; Para não ser idiota&#8221;, de Mário Sérgio Cortella e Renato Janine Ribeiro, lançado durante a Bienal. Por essa definição, somos uma nação de idiotas. A verdade é que cada vez menos as pessoas se interessam pela política, vista como coisa suja e desinteressante.</p>
<p>Vemos, porém, nosso grau de idiotice, no sentido grego, quando nos deparamos com a pesquisa que acaba de ser lançada pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, cuja íntegra pode ser vista no site <a href="http://www.catracalivre.com.br/"><span style="color: #000000;">www.catracalivre.com.br</span></a>.</p>
<p>Essa pesquisa mostra que o brasileiro, mesmo das grandes cidades, não sabe, nem remotamente, quanto pagamos de impostos. Não sabe mesmo quanto é descontado no contracheque. Nem muito menos, claro, o que sai embutido no preço dos produtos.</p>
<p>Pode parecer para muita gente que o dinheiro do governo cai dos céus direto para as mãos bondosas dos governantes. E isso acaba dando espaço para uma série de manipulações, que fazem do cidadão parecer mesmo um idiota.</p>
<p>Se todos soubessem e se lembrassem pelo menos uma vez por semana que trabalhamos quatro meses e 15 dias só para pagar impostos, ficaríamos menos idiotas.</p>
<p><em> </em></p>
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		<title>Forlán orgulhoso por Pelé considerá-lo o melhor do mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 16:45:16 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Atacante uruguaio se prepara com seus companheiros de Atlético de Madri para disputar o título da Supercopa da Europa contra o Inter de Milão

Diego Forlán destaca o fato de o Atlético ter mantido o elenco para esta temporada (Foto: EFE)
O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Atacante uruguaio se prepara com seus companheiros de Atlético de Madri para disputar o título da Supercopa da Europa contra o Inter de Milão</em></strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6079" title="forlan_efe_30" src="http://www.revistabcz.com/noticias/wp-content/uploads/2010/08/forlan_efe_30.jpg" alt="" width="510" height="335" /></p>
<p><em>Diego Forlán destaca o fato de o Atlético ter mantido o elenco para esta temporada (Foto: EFE)</em></p>
<p>O atacante uruguaio Diego Forlán, do Atlético de Madrid, agradeceu os elogios feitos por Pelé, que durante a semana disse que o atacante é atualmente o melhor jogador do futebol mundial.</p>
<p>“Estou muito orgulhoso, pois quem disse isso foi um grande jogador como Pelé. É algo incrível, estou muito agradecido”. Comentou Forlán.</p>
<p>Ele e seus companheiros do Atlético se preparam para a disputa da Supercopa da Europa, nesta sexta-feira, contra a Inter de Milão.</p>
<p>“Temos a oportunidade de jogar uma grande partida, contra um grande adversário e é uma motivação suficiente para começar bem a temporada. É um título que queremos disputá-lo e ganhá-lo.” Afirmou.</p>
<p>O atacante destacou ainda o fato de o Atlético ter mantido o elenco que conquistou a Liga Europa 2009/2010: “A base ficou, o que é importante, e os jogadores que chegaram têm muita qualidade. Esperamos que reforcem bem a equipe. Para poder lutar por todos os títulos é necessário ter muitos jogadores.”</p>
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		<title>Ranking das 500 melhores universidades do mundo tem 6 brasileiras</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 12:10:49 +0000</pubDate>
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		<title>Ranking das 500 melhores universidades do mundo tem 6 brasileiras</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 12:07:45 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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O ranking 2010 das 500 melhores instituições de ensino superior, realizada pela Universidade de Comunicações de Xangai (China), coloca os estabelecimentos norte-americanos na liderança. Como no ano passado, os Estados Unidos ocupam 17 dos 20 primeiros lugares.
Veja a lista completa, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-6070" title="universidad-eeuu" src="http://www.revistabcz.com/noticias/wp-content/uploads/2010/08/universidad-eeuu.jpg" alt="" width="510" height="335" /></p>
<p>O ranking 2010 das 500 melhores instituições de ensino superior, realizada pela Universidade de Comunicações de Xangai (China), coloca os estabelecimentos norte-americanos na liderança. Como no ano passado, os Estados Unidos ocupam 17 dos 20 primeiros lugares.</p>
<p><a href="http://media.folha.uol.com.br/saber/2010/08/12/lista-arwu-2010.pdf"><strong>Veja a lista completa, em PDF</strong></a>     lista-arwu-2010</p>
<p>Na lista, divulgada nesta quinta-feira (14/08) pelo site Echos, aparecem seis instituições brasileiras: USP (entre as 150 melhores), Unicamp (300 melhores), UFMG, UFRJ, UNESP (as três entre as 400 melhores) e UFRGS (entre as 500 melhores).</p>
<p>Entre as dos EUA, Harvard aparece em 1º, Berkeley em 2º e Stanford em 3º. Apenas as britânicas Cambridge (5º) e Oxford (10º) estão entre as 10 melhores, ao lado das americanas. O próximo país a aparecer é o Japão, com a Universidade de Tóquio, que fecha as 20 melhores.</p>
<p>Três estabelecimentos franceses estão na lista dos cem primeiros: Pierre-et-Marie-Curie, no 39º lugar (situação melhor em relação ao relatório de 2009); Paris-Sud Orsay está no 45º (duas posições perdidas) e a École Normale Supérieure (ENS-Ulm), no 71º (recuo de uma posição).</p>
<p>Divulgada desde 2003, esta classificação mundial é tão esperada quanto criticada, notadamente na Europa &#8212; na França, em particular.</p>
<p>Os critérios para o posicionamento levam mais em consideração pesquisas do que a formação: o número de prêmios recebidos e artigos publicados em revistas e periódicos em inglês &#8212; outros idiomas não são levados em conta.</p>
<p>A União Europeia já divulgou que pretende construir até 2011 sua própria classificação, concebida como ajuda aos estudantes para sua escolha.</p>
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		<title>EUA aprovam &#8220;pílula dos 5 dias seguintes&#8221;  &#8211; Efeito se tomado até 120 horas após relação sexual</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 12:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>brazilcomz</dc:creator>
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		<title>Estados Unidos aprovam &#8220;pílula dos 5 dias seguintes&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 11:58:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>brazilcomz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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O FDA (órgão que fiscaliza alimentos e medicamentos nos Estados Unidos, similar à ANVISA no Brasil) aprovou nesta sexta-feira (13) a venda do medicamento Ella, para contracepção de emergência.
O produto é administrado por via oral e tem efeito se tomado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-6061" title="pilula-dia-seguinte-436" src="http://www.revistabcz.com/noticias/wp-content/uploads/2010/08/pilula-dia-seguinte-436.jpg" alt="" width="510" height="335" /></p>
<p>O FDA (órgão que fiscaliza alimentos e medicamentos nos Estados Unidos, similar à ANVISA no Brasil) aprovou nesta sexta-feira (13) a venda do medicamento Ella, para contracepção de emergência.</p>
<p>O produto é administrado por via oral e tem efeito se tomado até 120 horas (cinco dias) da relação sexual desprotegida ou falha de método contraceptivo. O comunicado do órgão regulador norte-americano alerta que o uso da droga &#8220;não é um método contraceptivo, mas, sim, um medicamento para emergências&#8221;.</p>
<p>O Ella funciona como um antagonista do hormônio feminino progesterona. Ele funciona no organismo como um &#8220;inibidor ou retardante da ovulação&#8221;. Desde maio de 2009, o produto já está disponível no mercado europeu.</p>
<p>Um comitê do FDA discutia a liberação da droga desde junho. A utilização foi aprovada ontem por unanimidade de votos após estudos terem fornecido &#8220;dados convincentes sobre a eficácia e a segurança da indicação do medicamento como um anticoncepcional de emergência&#8221;, diz comunicado do FDA.</p>
<p>A segurança e a eficácia do Ella foram demonstradas em dois ensaios clínicos, um nos Estados Unidos e outro conduzido no país norte-americano, no Reino Unido e na Irlanda.</p>
<p>Os efeitos colaterais mais frequentes observados após a utilização do Ella nos ensaios clínicos foram dor de cabeça, náusea, dor abdominal, desconforto durante a menstruação, fadiga e tontura.</p>
<p>O perfil de efeitos colaterais o medicamento é semelhante ao contraceptivo de emergência &#8212; já aprovado pelo FDA&#8211; levonorgestrel.</p>
<p>De acordo com a embalagem do produto, mulheres com suspeita de gravidez e que estejam amamentando não devem fazer uso da medicação.</p>
<p>O Ella é fabricado pela Paris Laboratoire HRA Pharma e será distribuído nos Estados Unidos pela Watson Pharma Inc., empresa com sede em Morristown, Nova Jérsei.</p>
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